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Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

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Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

MAMOPLASTIA X MASTOPEXIA. QUAIS AS DIFERENÇAS?

 

Mamoplastia ou Mastopexia? Cirurgias plásticas nas mamas estão entre as mais realizadas no Brasil. A procura tão grande por esses procedimentos trazem consigo muitas dúvidas também. Vemos atualmente uma recorrente confusão entre os procedimentos. Várias pacientes não sabem bem o que esperar de cada cirurgia e por esse motivo desenvolvemos esse artigo.

Uma das dúvidas mais comuns está entre os procedimentos de mastopexia e mamoplastia. Afinal, para que serve cada um deles? Qual é o mais indicado para cada pessoa? Como é o processo de cicatrização e resultado final?

Você já ouviu falar em Mamoplastia ou Mastopexia? Há vários tipos de cirurgias plásticas que podem ser feitas na região das mamas femininas, sendo possível aumentar os seios, diminuir os seios, levantar os seios e até mesmo reconstruir, trazendo vários benefícios à mulher.

Esse artigo foi escrito para sanar suas maiores dúvidas sobre a mamoplastia e a mastopexia. Então vamos lá:

Mamoplastia, mastopexia e reconstrução mamária são os tipos mais comuns de cirurgia de mama

Mamoplastia de aumento, mamoplastia redutora, mastopexia e reconstrução mamária são as cirurgias mais procuradas pelas mulheres brasileiras, mas são inúmeros os tipos de cirurgias realizadas na região dos seios disponíveis em clínicas especializadas e hospitais. A escolha da técnica mais indicada para cada paciente, fica a cargo do cirurgião plástico. Após analisar suas mamas e seu corpo, o cirurgião poderá indicar qual o procedimento mais adequado.

Nesse post abordaremos o conceito e indicação para cada um desses procedimentos.

Mamoplastia

Mamoplastia é todo procedimento cirúrgico que envolve diretamente a alteração do volume da mama. Para as mulheres com seios grandes é indicada a cirurgia plástica de mamoplastia redutora, já que o grande volume dos seios pode acabar causando alguns danos à coluna. Já o implante de silicone é uma cirurgia plástica que leva o nome de mamoplastia de aumento e tem por objetivo aumentar as mamas. Abaixo, explicarei um pouco melhor cada uma delas e suas recomendações.

Mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento é a cirurgia plástica que tem como objetivo aumentar a mama feminina, através do uso de implantes de silicone para dar mais volume aos seios ou restaurar o volume mamário perdido, seja após a gravidez ou uma grande perda de peso. Nestes casos, é colocada uma prótese de silicone nos seios, que faz aumentar o volume. O tamanho recomendado pode variar de acordo com cada corpo e com a expectativa de cada mulher. A prótese de silicone pode ser colocada por cima do músculo do peito ou por baixo deste. O cirurgião plástico, junto com a paciente, definirá qual o tamanho ideal da prótese a ser utilizada.

Na mamoplastia de aumento, ou cirurgia plástica com prótese de silicone, é feito um pequeno corte em torno da aréola dos seios, ou na parte inferior da mama ou ainda na axila, por onde é introduzida a prótese de silicone, que faz aumentar o volume do seio.

As cicatrizes variam de acordo com os locais onde foram feitos os cortes na pele, sendo comuns as pequenas cicatrizes na aréola ou na parte inferior da mama ou axila. As cicatrizes ficam bem pequenas, com cerca de 3 a 5 cm. O tamanho da cicatriz varia de acordo com o tamanho da prótese colocada e da qualidade da pele da paciente.

Sendo assim, a mamoplastia de aumento é indicada para pessoas com mamas muito pequenas e que desejam aumentar os seios, mulheres que perderam o volume dos seios após gravidez, amamentação e perda de peso.

Mamoplastia redutora

Mamoplastia redutora é o nome dado à cirurgia para redução dos seios, quando estes se encontram em tamanho e peso acima das características anatômicas do tórax. Este procedimento contempla ótimos benefícios às mulheres com seios muito grandes, o que geralmente proporciona incômodo estético entre elas.

Na mamoplastia redutora, os critérios para definir a quantidade de tecido mamário a ser retirado são:

  • Dimensão de tórax
  • Grau de hipertrofia mamária
  • Satisfação pessoal da paciente

Existem várias técnicas na medicina para a redução da mama, mas, geralmente é feita a retirada do excesso de tecido mamário e pele de uma determinada região da mama e em seguida, o remodelamento delas, dando-as um formato natural.

O tamanho e o formato da cicatriz variam de acordo com cada caso. Geralmente, fica uma cicatriz periareolar até uma maior, em formato de “T” invertido, que se inicia ao redor da aréola e se complementa com uma linha vertical e outra horizontal. Normalmente essas cicatrizes ficam em regiões onde é possível camuflá-las da melhor maneira possível.

A mamoplastia redutora é indicada para mulheres com mamas grandes e com algum grau de ptose que desejam reduzir seu tamanho. Em casos de gigantomastia, onde é retirado mais de um quilo de tecido mamário de cada mama, também é recomendada a mamoplastia redutora. Esse tipo de mama pode causar envergadura da coluna em função do seu peso. Nesta cirurgia, é removido o excesso de gordura e pele, atingindo um tamanho de mama proporcional ao corpo.

Nos últimos anos uma nova indicação surgiu, o uso da prótese na mamoplastia redutora. Neste procedimento cirúrgico é retirado o excesso de pele e de tecido mamário antes de introduzir a prótese de silicone. A vantagem desse método é uma consistência mais firme para as mamas e um colo mais marcado.

Mastopexia

Também conhecida como lifting de mamas, a mastopexia não altera o tamanho das mamas, ao contrário do que muitos pensam. A cirurgia de mastopexia tem como objetivo reverter o caimento natural dos seios (ptose mamária), reposicionar a aréola e a pele com flacidez, elevando as mamas até sua posição original, promovendo sua simetria. A mastopexia é indicada para a correção das mamas caídas e flácidas, ou em casos de perda de elasticidade da pele, em que os mamilos ficam caídos devido a mudanças bruscas de peso, amamentação, envelhecimento e até mesmo a ação da gravidade. Dessa maneira, a mastopexia é indicada para mulheres que, mesmo satisfeitas com o tamanho das mamas, não estão plenamente felizes com a forma. Nesse procedimento reposicionamos a aréola e removemos a pele excessiva.



De acordo com cada caso, nesta cirurgia plástica, o cirurgião levanta a mama, removendo o excesso de pele e comprimindo o tecido, sendo comum a realização simultaneamente com mamoplastia de aumento ou redução. Leia sobre mastopexia com uso de prótese de silicone.

As cicatrizes são permanentes, mas dependendo do tipo de pele da mulher, ao longo do tempo elas se tornam imperceptíveis. Na maioria das vezes, as cicatrizes acompanham o trajeto da incisão (periareolar, com ou sem linha vertical, ou em “T” invertido).

A mastopexia é indicada para mulheres que apresentam flacidez e caimento das mamas em função do envelhecimento, grande variação do peso ou amamentação.

mamoplastia x mastopexia

Reconstrução Mamária

Como o próprio nome diz, é um procedimento indicado para reconstruir as mamas que, por alguma razão, tenham sido retiradas. A retirada de mamas pode acontecer em casos de câncer de mama, por exemplo. Para realizar esse procedimento é preciso avaliar cada caso conforme a quantidade de tecido mamário perdido. O procedimento pode ser feito transferindo retalhos de tecidos de alguma outra parte ou mesmo implantando uma prótese de silicone. A reconstrução mamária irá restaurar a forma, aparência e tamanho da mama que, por algum motivo foi retirada. Este procedimento é comum em casos de mastectomia ou de mutilação da mama em casos de acidentes.

Geralmente, é necessário fazer a reconstrução de mama por etapas. A maioria dos casos exige uma segunda intervenção e em alguns casos, uma terceira intervenção, até que se alcance o formato e a aparência satisfatórios para a mama.

A cicatriz de uma reconstrução mamária depende da técnica utilizada. Todas as cirurgias deixam cicatrizes e precisam de tempo para se tornar mais discretas. Geralmente, apenas depois de um ano da cirurgia é que a cicatriz estará em sua forma definida.

A reconstrução mamária é indicada para pessoas que tiveram que remover parte da mama devido a situações de câncer ou em caso de mutilação por acidentes.

Pós-operatório da cirurgia plástica nos seios

A recuperação de uma cirurgia plástica nos seios irá depender de cada paciente e da técnica utilizada pelo cirurgião plástico. Geralmente, são necessárias em média 4 semanas, sendo que nos primeiros dias é completamente normal sentir algum tipo de desconforto na região. Para que a paciente tenha uma recuperação melhor são necessários alguns cuidados de acordo com o tempo e recomendações estabelecidas pelo cirurgião plástico:

  • Dormir de barriga para cima;
  • Usar uma bandagem elástica ou sutiã, para suportar os seios. Geralmente nas 4 primeiras semanas;
  • Tomar os cuidados necessários de higiene com os curativos;
  • Evitar fazer muitos movimentos com os braços, como conduzir automóveis ou fazer exercício intenso, durante 30 dias;
  • Evitar exposição intensa ao sol;
  • Fazer uso da medicação segundo as orientações do médico.

A mamoplastia substitui a mastopexia?

A substituição de um procedimento por outro não é possível, afinal cada um possui uma indicação diferente e suas técnicas são feitas especialmente para cumprir um objetivo em específico. O que pode ser feito é a combinação das cirurgias, visando um resultado final mais harmônico e que te deixe satisfeita. Um bom exemplo disso é o que grande parte das mulheres fazem: a combinação de mastopexia com prótese.


Dra. Alexandra Rezende
Cirurgiã Plástica em Belo Horizonte – Hospital Dia ProPlástica
CRM: 50932 / RQE: 36056



segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Sinequia nasal

 


O que é Sinequia nasal?

sinéquia e uma aderência entre o septo nasal e a concha nasal inferior que pode levar a obstrução nasal.

Como é feita a cirurgia de obstrução nasal?

Como é realizada: Incisão (corte): é feita uma pequena incisão interna (não será aparente) no nariz, a partir da qual será realizada a dissecção cuidadosa do desvio e sua remoção. Pontos: sutura da incisão com 2 ou 3 pontos, que cairão espontaneamente no período pós-operatório.


Quantos tempo tirar o splint nasal?

As calhas são removidas mais precocemente, entre o 3o e o 5o dia já os splints são removidos entre o 7o e o 10o dia. Existem ainda os tampões nasais, geralmente de gaze ou merocel, estes não costumam ficar por mais de 48h e são retirados antes da alta.

Para que serve o splint nasal?

Splint Nasal é um produto médico especialmente projetado para ser usado na sustentação da cartilagem do septo nasal a fim de evitar a formação de edemas e hematomas depois da cirurgia, mantendo o mucopericondrio em volta da cartilagem depois da septoplastia.

O que é turbinectomia nasal?

turbinectomia (cirurgia de redução de conchas nasais) é indicada principalmente para pacientes com rinite, rinossinusite ou inflamação nasal persistente, que cursam com aumento do tamanho dos cornetos nasais.


Como fica o nariz depois da cirurgia de desvio de septo?

Uma cirurgia de correção de desvio de septo, que é diferente de um procedimento estético, não muda a forma do nariz. Não há mudança externa, apenas interna para promover uma respiração melhor.




O que é obstrução nasal crônica?

obstrução nasal crônica é a dificuldade de respiração pelo nariz.

Quanto tempo o nariz fica entupido depois da septoplastia?

Nas três semanas seguintes, a obstrução ainda pode incomodar, porem em intensidade menor, até a melhora completa, que ocorre de 20 a 40 dias após a cirurgia. Inchaço do rosto e dos olhos podem ocorrer entre o segundo e sétimo dias, apenas quando houver correção estética do nariz (rinoplastia) associada.




Turbinectomia

É comum a realização da turbinectomia concomitante à septoplastia. A turbinectomia consiste na retirada parcial dos cornetos nasais, estruturas que quando aumentadas de tamanho causam obstrução nasal importante e que muito comumente estão aumentadas em pacientes alérgicos.

A remoção parcial dos cornetos não interfere na sua função de filtração, aquecimento e umidificação do ar, porém diminui significativamente o obstrução nasal causada por eles.





quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Desenvolvimento normal da mama e anomalias: politelia e polimastia | Colunistas

 A glândula mamária é um órgão par situado na parede anterior do tórax, apoiada sobre o músculo peitoral maior; se estende da segunda à sexta costela no plano vertical (ou longitudinal) e do esterno à linha axilar anterior no plano horizontal (ou transversal).

A mama feminina é composta por lobos (formado por vários lóbulos, onde há glândulas produtoras de leite), pelo ducto lactífero (pequenos tubos que transportam o leite dos lóbulos até o seio lactífero), seio lactífero (uma dilatação do ducto que conduz o leite materno à papila mamária) e por estroma (tecido adiposo e tecido conjuntivo que envolve os ductos e lobos, além de vasos sanguíneos e vasos linfáticos). 

Embriologia 

Os primeiros sinais de desenvolvimento mamário aparecem em torno da 5ª semana de vida intrauterina. 

No início da 6ª semana, ocorre a migração de células epidérmicas para o interior do mesênquima subjacente, produzindo as chamadas cristas lácteas ou linhas de leite. Estas linhas de leite localizam-se bilateralmente na parede ventro-lateral do corpo do embrião, estendendo-se da região axilar até a região inguinal.

Cristas lácteas. Fonte: USP

Ao final da 6ª semana, as extremidades destas linhas começam a regredir, restando apenas um par na região peitoral, ao nível da 4ªcostela. 

As células do ectoderma primitivo proliferam e penetram mais profundamente no mesênquima subjacente, formando estruturas que darão origem às glândulas e ductos mamários. 

Nervos periféricos e vasos sanguíneos e linfáticos crescem no interior do mesênquima frouxo. Ao final da 8ª semana, a embriogênese está completa. 

A partir do 4º mês, ocorre proliferação das células epiteliais, que progressivamente vão se alongando até o 6º mês de vida intrauterina. 

Em torno do 7º mês, entre 16 e 24 estruturas como estas formam o sistema ductal rudimentar e que a partir da puberdade formarão os lobos mamários. 

No início do 8º mês começa a formação e a ramificação dos ductos e, em sua porção terminal, as glândulas. 

A aréola desenvolve-se em torno do 5º mês de vida intrauterina e papila se forma logo após o nascimento. 

Desenvolvimento 

Durante a infância, as glândulas mamárias de meninas e meninos são iguais em sua estrutura e são constituídas de ductos revestidos de epitélio com conjuntivo circunjacente. Nesta fase, o tecido glandular mamário permanecerá inativo até o início da puberdade, quando começam os estímulos endócrinos. 

As alterações mamárias nos primeiros anos de vida são raras. Em torno dos dez anos de idade, a aréola feminina torna-se mais pigmentada e levemente elevada. Esta alteração mamária, chamada de telarca, marca o início da diferenciação sexual mamária, e ocorre em virtude do início da produção de hormônios esteróides ovarianos. 

No início da puberdade, com o estabelecimento do ciclo hormonal ovariano, o volume mamário aumenta em parte, decorrente do alongamento e ramificação ductal, mas principalmente devido ao acumulo de tecido adiposo, ações determinadas pelo estrogênio. A progesterona determina a formação alveolar e o crescimento lobular, bem como contribui com o desenvolvimento secretório dos alvéolos e lóbulos mamários. Estas alterações foram bem caracterizadas e são conhecidas como Estágios de Tanner, que as descreveu em 1962, classificando-as em 5 fases:

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Anomalias mamárias 

  • Politelia

É considerada uma anomalia congênita benigna e pode incomodar o paciente por preocupações estéticas, dor, inchaço durante a menstruação ou a presença de secreções. 

São presenças de papilas mamárias acessórias rudimentares, isto é, sem funcionalidade. A incidência na população é de 1:8000 pessoas, entre homens e mulheres.

Polimastia e politelia: imagem
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Fonte: Anatomia papel e cameta; livro de anatomia Grays

A mama ectópica (fora da região normal de expressão) geralmente ocorre ao longo da “linha de leite” ou linha das mamas. 

  • Polimastia 

É uma condição congênita rara, presente em 1% a 5% da população, entre homens e mulheres. Também é chamada de mamas supranumerárias. Clinicamente se caracteriza pela presença de duas ou mais mamas, com ou sem a presença de mamilos e aréolas extras, podendo ser ativas (isto é, secretoras de leite).  

 Durante a 6ª semana de desenvolvimento embrionário humano, a linha mamária, a qual representa dois espessamentos ectodérmicos, se desenvolve ao longo dos lados do embrião, estendendo da região axilar até a virilha. 

No desenvolvimento normal, a maior parte dos picos mamários embrionários desaparecem, exceto os dois segmentos na região do peitoral, os quais eventualmente se transformam nas glândulas mamárias, aréolas e mamilos. Falha na regressão e degeneração em qualquer porção da linha mamária pode levar ao quadro de polimastia, com ou sem os complexos papilares da aréola. 

  • Aproximadamente um terço dos indivíduos afetados pela polimastia possuem mais de um local de desenvolvimento do tecido mamário ectópico. 

Na maior parte dos casos, esse tecido não é evidente ou possui significância fisiológica, mas alguns podem aumentar de tamanho no início da puberdade, na gravidez ou na lactação (influências hormonais), e podem ser locais de carcinomas. 

  • Aproximadamente 67% dos tecidos mamários ectópicos ocorrem nas porções torácica ou abdominal da linha do leite, frequentemente um pouco abaixo da dobra inframamária e mais frequentemente no lado esquerdo do corpo; os outros 20% ocorrem na axila. 
  • Mulheres são duas vezes mais afetadas pela condição (2-6%) do que homens (1-3%), e é bem mais raro o tecido mamário ectópico sofrer hipertrofia no sexo masculino.
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Fonte: Grays, anatomia humana

Instagram: @MED.FACILITADA

O texto é de total responsabilidade do autor e não representa a visão da sanar sobre o assunto.

Observação: esse material foi produzido durante vigência do Programa de colunistas Sanar. A iniciativa foi descontinuada em junho de 2022, mas a Sanar decidiu preservar todo o histórico e trabalho realizado por reconhecer o esforço empenhado pelos participantes e o valor do conteúdo produzido.

sábado, 23 de dezembro de 2023

Você já ou viu falar sobre a Sarcopenia?

 

sarcopenia

Você já ou viu falar sobre a Sarcopenia?




A sarcopenia é uma síndrome caracterizada pela perda progressiva da massa muscular associada a perda da força muscular e redução do desempenho físico. Ela ocorre com mais frequência nos idosos, por isso as recomendações médicas são feitas especialmente para esta faixa etária. Conhecer e tratar esta patologia pode melhorar muito a saúde e qualidade de vida em geral desta população.

Importância do diagnóstico

A sarcopenia está associada a vários problemas graves:
  • perda de equilíbrio e dificuldade para caminhar, com aumento de risco de quedas e consequente aumento de risco de fraturas
  • redução da independência para atividades do dia a dia
  • aumento de risco de doenças crônicas como diabetes e osteoporose
  • limitações para realização de tarefas do cotidiano, redução da mobilidade
  • redução da qualidade de vida e piora do humor dos idosos
  • redução da expectativa de vida

Diagnóstico

O diagnostico da sarcopenia é feito através do exame clínico e de exames complementares solicitados pelo seu médico.

Tratamento

O tratamento deve ser individualizado, porém a prática de atividade física e a alimentação adequada são as mudanças mais importantes a serem instituídas.

O exercício físico regular é fundamental para prevenção e tratamento da sarcopenia. O ideal é associar exercícios de resistência (como a musculação), que promovem aumento da massa e da força muscular a exercícios aeróbicos (como caminhada, corrida, bicicleta natação), que não alteram a massa magra mas reduzem a gordura corporal e trazem benefícios adicionais cardiovasculares. A combinação dos dois tipos de exercício é o mais indicado, especialmente em casos em ocorre a obesidade junto com a sarcopenia.

A prática de atividade física é segura para a grande maioria das pessoas, mesmo idosos. O ideal é que seja orientada por educador físico. Se necessário faça também uma avaliação previa de risco cardiovascular e de possíveis alterações ortopédicas que possam limitar a realização de algum exercício especifico.

A nutrição adequada também ajuda no tratamento da sarcopenia. Com a idade há uma tendência a redução da ingestão calórica geral associada a má qualidade de nutrientes. A mudança para uma dieta mais saudável, especialmente em relação ao consumo adequado de proteínas, é muito importante.

Alguns suplementos vitamínicos e alimentares podem trazer benefícios. Entretanto, antes de fazer uso de qualquer medicação ou suplemento alimentar converse com seu médico e veja o que realmente pode ajudar. Hoje em dia há um apelo na mídia para que se compre todo tipo de produto, porém sem qualquer benefício estabelecido.

Prevenção: quando iniciar?

A sarcopenia decorre não apenas da perda de massa muscular durante a vida adulta mas também sofre influencia do reservatório de massa muscular adquirido na juventude. O pico da massa muscular ocorre em torno da segunda década de vida, e depende da genética, alimentação e do nível da atividade física. Nunca será demais reforçar: atividade física e alimentação adequada são essências para uma vida saudável, desde a juventude até a idade mais avançada.

Recomendações que podem ser realizadas pela grande maioria das pessoas:

  • faça exercícios físicos: tente associar exercícios de resistência aos aeróbicos
  • melhore sua alimentação: melhore a quantidade e a qualidade de sua alimentação. Muitos idosos não consomem a quantidade de calorias necessárias para nutrição adequada e é especialmente importante atender a necessidade diária de proteínas, que muda com a idade.
  • reduza a ingestão de álcool e para de fumar: ambos estão associados a redução da massa muscular.
Caso desconfie que possui essa síndrome, procure um médico.

 

Dra. Fernanda Pena 

Endocrinologista CRM MG: 30.778 | CRM SP: 170.765 | RQE MG: 39.876 | RQE SP: 68.695

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Herpes Zoster verrugas nas costas



Herpes Zoster é uma doença que aparece na pele, causada pelo Vírus Varicela-Zoster (VVZ), o mesmo que provoca a catapora.
 


Reativação do vírus da varicela no organismo, causando uma erupção dolorosa.
Qualquer pessoa que teve varicela pode desenvolver herpes. Não se sabe o que reativa o vírus.
O cobrão provoca uma irritação na pele dolorosa que pode aparecer como uma faixa de bolhas no tronco. A dor pode persistir mesmo após o desaparecimento da irritação na pele (isso é chamado de neuralgia pós-herpética).
Os tratamentos incluem medicamentos analgésicos e antivirais, como aciclovir ou valaciclovir. Uma vacina contra catapora tomada na infância ou contra herpes zoster tomada na vida adulta pode minimizar o risco de desenvolver herpes zóster (cobrão).

SINTOMAS 

Requer um diagnóstico médico
O cobrão provoca uma irritação na pele dolorosa que pode aparecer como uma faixa de bolhas no tronco. A dor pode persistir mesmo após o desaparecimento da irritação na pele (isso é chamado de neuralgia pós-herpética).

As pessoas podem ter:
Dores locais: pele
Na pele: bolha, erupções cutâneas na face, vermelhidão ou úlceras
Sensorial: formigamento ou hipersensibilidade
Também é comum: coceira, mal-estar ou sensação de queimação
Apenas para fins informativos. Consulte um médico de confiança para receber orientações adequadas.
Fontes: Hospital Israelita A. Einstein e outros. Saiba mais

O tratamento é feito por meio do uso de antivirais e de medicamentos para a dor em nervos
Os tratamentos incluem medicamentos analgésicos e antivirais, como aciclovir ou valaciclovir. Uma vacina contra catapora tomada na infância ou contra herpes zoster tomada na vida adulta pode minimizar o risco de desenvolver herpes zóster (cobrão).

ESPECIALISTAS 

domingo, 3 de dezembro de 2023

Anafilaxia

É a forma mais grave de reação de hipersensibilidade (alergia), desencadeada por diversos agentes como drogas, alimentos e contrastes radiológicos. Os sinais e sintomas podem ter início após segundos à exposição ao agente ou até uma hora depois. A avaliação e o tratamento imediatos são fundamentais para evitar a morte.


Reação alérgica grave e possivelmente fatal.
A reação pode ocorrer segundos ou minutos depois da exposição a um alérgeno.
Os sintomas incluem irritação na pele, náuseas, vômitos, dificuldade respiratória e choque hemorrágico (quando uma pessoa perde mais de 20% do sangue ou fluido corporal).
Se não houver um tratamento imediato, geralmente com epinefrina, pode causar inconsciência ou morte.


Muito comum
Casos por ano: mais de 2 milhões (Brasil)
Requer um diagnóstico médico
Não requer exames laboratoriais ou de imagem
O tratamento é feito com auxílio médico
Crítico: necessita de atendimento de emergência


Sintomas 


Requer um diagnóstico médico
Os sintomas incluem irritação na pele, náuseas, vômitos, dificuldade respiratória e choque hemorrágico (quando uma pessoa perde mais de 20% do sangue ou fluido corporal).

As pessoas podem ter:
Dores locais: no abdômen ou peito
No sistema respiratório: dificuldade ao respirar, falta de ar, respiração ruidosa, respiração rápida ou respiração sibilante
No corpo: desmaio, pressão baixa, rubor ou tontura
Na pele: erupções, inchaço sob a pele, pele azulada por má circulação ou urticária
No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito
No nariz: congestão ou espirros
Na fala: espasmo das cordas vocais ou dificuldade na fala
Também é comum: coceira, confusão mental, dificuldade em engolir, inchaço facial, inchaço na língua, ritmo cardíaco acelerado, sentimento de tragédia iminente ou tosse

tratamento 

O tratamento consiste no uso de vasoconstritores