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Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

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Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

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domingo, 3 de maio de 2026

coração invertido (dextrocardia)

 coração invertido (dextrocardia)


Análise da imagem de raio-X de tórax fornecida (paciente: R M N, 75 anos, exame de 14/04/2026 – Hospital Stella Maris)

A imagem é um raio-X de tórax em projeção posteroanterior (PA) padrão. Os pulmões apresentam boa transparência, sem opacidades ou consolidações evidentes, os ângulos costofrênicos estão preservados e as estruturas ósseas (costelas, clavículas e coluna) parecem normais para a idade. No entanto, o destaque principal que você mencionou é a posição cardíaca, que realmente aparenta invertida em relação ao esperado.


Comparação com um raio-X de tórax normal


Em um raio-X normal (levocardia):

  • O coração fica predominantemente no lado esquerdo do paciente (que corresponde ao lado direito da imagem quando vista da forma padrão).
  • O ápice cardíaco aponta para a esquerda.
  • O botão aórtico e o arco aórtico estão à esquerda.
  • A bolha gástrica (ar no estômago) fica sob o hemidiafragma esquerdo.

Aqui está um exemplo clássico de raio-X normal com legendas para facilitar a visualização:


imagens ilustrativas



Achado principal na sua imagem: coração invertido (dextrocardia)


Na imagem fornecida, a silhueta cardíaca aparece no lado oposto ao normal — ou seja, o coração está posicionado no lado direito do tórax do paciente (o que, na imagem, fica do lado esquerdo da tela). Isso é característico de dextrocardia (coração “invertido” ou em posição espelhada).

Aqui está uma comparação direta entre um raio-X normal e um com dextrocardia/situs inversus (o coração em rosa no exemplo da direita fica claramente no lado oposto):


Situs Inversus with Dextrocardia: Explanation of Chest X-ray Findings



Possibilidades diagnósticas

  1. Dextrocardia isolada Apenas o coração está invertido. Pode ser congênita e, em muitos casos, assintomática em adultos, mas às vezes está associada a outras anomalias cardíacas.
  2. Situs inversus totalis (mais provável aqui) Todos os órgãos internos estão espelhados (coração à direita, fígado à esquerda, estômago à direita). A bolha gástrica visível na parte inferior da sua imagem parece estar do lado direito, o que reforça essa possibilidade. Geralmente é benigno e descoberto por acaso em exames de rotina.
  3. Situs inversus parcial Apenas alguns órgãos estão invertidos (menos comum).

Outros achados possíveis na sua imagem (sem alterações graves aparentes):

  • Pulmões claros e bem expandidos.
  • Nenhum sinal óbvio de cardiomegalia, derrame pleural ou processo infeccioso agudo.
  • Estruturas mediastinais e hilos dentro dos limites esperados para a inversão posicional.



Teste :

Paciente com hematúria e perda de peso. Qual o diagnóstico?



Resposta
Metastatic RCC



domingo, 27 de agosto de 2023

Como funciona um transplante de coração?

 

Quando coração é retirado do corpo do doador, um cronômetro é acionado: em até 4 horas, o órgão precisa voltar a pulsar no corpo de outra pessoa. Veja quais as etapas do procedimento.


Equipe médica durante transplante de coração no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, na Paraíba — Foto: Governo da Paraíba/Divulgação


A cirurgia de transplante de coração, pela qual o apresentador Faustão passou neste domingo (27), é feita no Brasil desde 1968, como última alternativa de tratamento para problemas cardíacos. A medicina evoluiu — e permite que o paciente tenha excelente qualidade de vida após o procedimento, afirmam especialistas —, mas um obstáculo permanece: a dificuldade de encontrar doadores de órgãos no país.

Por isso, quando aparece uma oportunidade de fazer o transplante, todas as etapas precisam ser seguidas com rigor. Assim que o coração é retirado do corpo do doador, um cronômetro é disparado: em até 4 horas, ele precisa estar pulsando no corpo do receptor. É esse o tempo máximo durante o qual o órgão consegue manter suas atividades fora do corpo humano.


Veja as etapas do transplante de coração — Foto: Arte/g1


Em que casos o transplante é indicado?


"O transplante de coração é reservado para quadros graves, quando não há mais terapia suficiente para resolver o problema", afirma Samuel Padovani Steffen, cirurgião cardiovascular da Rede D'Or.

 

Podem ser problemas de insuficiência cardíaca congênitos (de nascimento) ou adquiridos ao longo da vida.

O médico explica que, no Brasil, a grande maioria dos pacientes com indicação de transplante tem miocardiopatia dilatada idiopática: o coração cresce e deixa de conseguir bombear sangue em quantidade suficiente para o organismo inteiro.

"Outra causa frequente é a doença isquêmica do coração [quando o fluxo de sangue nas artérias é obstruído por placas de gordura]", diz.

Tratamento com imunossupressores: como funciona?


Após a cirurgia, o paciente fica hospitalizado por cerca de 30 dias, para que a equipe médica garanta que o novo órgão não vai ser rejeitado.


"O sistema imunológico, que protege o nosso organismo, rejeita tudo o que é estranho, para nos defender de infecções", afirma Silvia Ayub Ferreira, coordenadora do programa cardíaco do Hospital Sírio-Libânes (SP).


Para evitar esse tipo de reação do corpo "contra" o coração novo, o paciente faz uso de medicamentos imunossupressores -- remédios que diminuem a imunidade da pessoa para inibir esses mecanismos de "defesa". Como efeito colateral, o transplantado fica mais vulnerável a outras doenças.


O que muda antes e depois do transplante?


Em geral, uma pessoa que recebe diagnóstico para o transplante de coração está em um quadro tão grave que não consegue fazer até as atividades mais simples, como caminhar em casa.

Há casos de pacientes que precisam passar meses hospitalizados, sendo monitorados, no aguardo do novo órgão. Segundo os especialistas  a espera pela doação varia de 2 a 18 meses.

Após a cirurgia, a vida volta ao considerado "normal". Mas é preciso, claro, cuidar do coração: ter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas com regularidade e fazer acompanhamento médico constante.

"Do ponto de vista cardiovascular, a pessoa pode retomar sua rotina",



quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Coração acelerado, taquicardia e falta de ar: o que está acontecendo?

 

Nem sempre sentir o coração acelerado é sinal de alguma doença cardiovascular. No entanto, é importante não negligenciar esse sintoma, ainda mais se ele vier acompanhado de outros, como a falta de ar por exemplo.

Mas como diferenciar uma mudança nos batimentos cardíacos que não leva a problemas mais graves de uma taquicardia que requer atendimento médico? O que fazer em cada caso? É o que você vai descobrir neste post!

Coração acelerado: por que isso acontece?

Em repouso, a frequência cardíaca normal de uma pessoa varia entre 60 e 100 batimentos cardíacos por minutos (bpm), acima disso, é considerada taquicardia, popularmente chamado de coração acelerado.

Porém, o fato de os seus batimentos ficarem fora do considerado normal vez ou outra não quer dizer que, necessariamente, você esteja com algum problema no coração.

São vários os motivos que podem levar ao aumento do número de batidas do coração, tais como:

  • idade (quanto mais nova for a pessoa, mais batimentos terá por minuto);
  • prática de atividades físicas;
  • emoções fortes;
  • sustos.

Esses são alguns exemplos de coração acelerado considerados menos preocupantes, já que os batimentos tendem a voltarem ao ritmo normal logo após a passagem do episódio que causou o quadro.

Taquicardia: quando requer mais atenção?

Nos casos acima, não há a necessidade de intervenção médica, mas quando associado a outros sintomas, como tonturas, vertigens e desmaios, requer atenção, muitas vezes imediata. 

Isso porque a taquicardia compromete o bombeamento sanguíneo, impedindo que o sangue rico em oxigênio chegue de maneira adequada aos demais órgãos, como o cérebro e o pulmão. Além disso, é um sintoma comum a diversas doenças cardiovasculares, por exemplo:

  • problemas cardíacos congênitos;
  • insuficiência cardíaca;
  • cardiomiopatia;
  • aterosclerose;
  • infecções;
  • tumores;
  • infarto.

Tipos de taquicardia

Indo além da sensação passageira de coração acelerado, a taquicardia pode acontecer de duas formas: 

  • ventricular: quando se origina na parte inferior do coração (ventrículos);
  • atrial: quando ocorre na parte superior do órgão (átrios).

Identificar sua origem é fundamental para saber qual tratamento iniciar, que pode ser desde o uso de medicamentos até cirurgias. Por isso, se a sensação de coração acelerado surge sem motivo aparente, ou permanece ainda que em repouso, é fundamental procurar orientação médica o quanto antes.

Causas da taquicardia

São diversos os motivos que podem ocasionar uma taquicardia. Diferentemente dos citados nos casos de coração acelerado que tem o batimento normal restabelecido brevemente, esses requerem cuidados e atenção. Veja algumas das principais causas:

  • uso de alguns tipos de remédios;
  • consumo de drogas e álcool;
  • processos infecciosos;
  • problemas na tireóide;
  • doenças reumáticas;
  • excesso de cafeína;
  • fatores genéticos;
  • desidratação;
  • hipoglicemia;
  • hipertensão;
  • tabagismo;
  • ansiedade;
  • estresse;
  • anemia;
  • febre;
  • crise de pânico.

Falta de ar: em quais casos indica alguma doença grave?

A falta de ar é outra condição que comumente surge em casos de coração acelerado. Quando isolada, pode indicar doenças respiratórias como bronquite, asma, pneumonia, rinite, sinusite, ou mesmo uma gripe mais forte. 

Essa sensação também pode ser relacionada à prática de exercícios físicos, especialmente por pessoas com baixo condicionamento, bem como a fatores emocionais, como crise de pânico, quadros severos de ansiedade, angústia etc.

Entretanto, quando a falta de ar não é proveniente de qualquer um desses motivos e vem acompanhada de taquicardia, também pode ser um indicativo de alguma doença cardiovascular.

O que fazer em cada situação?

Ou seja, isoladamente, o coração acelerado e a falta de ar podem ser consideradas reações normais do corpo, surgindo devido a fatores emocionais, esforço físico, ou mesmo a doenças com tratamentos fáceis.

Mas é fundamental atentar-se se a taquicardia e a falta de ar ocorrem quando se está em repouso, sem qualquer estímulo externo e junto com outros sintomas.

Mas o que pode ser feito em cada situação? O primeiro passo é saber o motivo do coração acelerado, da taquicardia e da falta de ar, para só depois tomar a atitude certa.

1. Coração acelerado

No caso do coração acelerado, quando relacionado a motivos passageiros, a sugestão é acompanhar a resposta do corpo e aguardar que os batimentos voltem ao normal, mantendo a calma durante esse processo.

2. Falta de ar

A falta de ar, se proveniente de doenças respiratórias, requer atendimento médico especializado e o uso dos medicamentos corretos. O mesmo vale quando seu gatilho são causas emocionais, no qual o suporte de um psicólogo ou psiquiatra pode ser de grande valor.

3. Taquicardia

Já a taquicardia, especialmente quando indicativa de doenças mais graves por conta de outros sintomas associados, pode necessitar de atendimento imediato. Nesses casos, saber como agir pode ser a diferença entre salvar, ou não, a vida de uma pessoa.

Vale lembrar que a taquicardia é um tipo de arritmia cardíaca, ou seja, de irregularidade no funcionamento do coração que pode comprometer tanto a quantidade de batimentos cardíacos quanto seu ritmo. 

O tratamento da taquicardia, após diagnosticada a condição pelo médico especialista, pode incluir o uso de remédios como betabloqueadores e digitálicos; e, e casos mais graves, até mesmo a realização de cirurgias. Já para casos graves e/ou repentinos de arritmia, chamados de arritmia cardíaca maligna, podem levar a paradas cardiorrespiratórias (PCR) e até à morte súbita. Porém, mesmo essa condição mais extrema de mal súbito tem chances de ser evitada caso a vítima receba os primeiros socorros com agilidade e de maneira correta antes mesmo da chegada do socorro, como a reanimação cardiopulmonar (RCP) em conjunto com o uso do DEA — Desfibrilador Automático Externo

BATIMENTOS CARDÍACOS NORMAIS POR IDADE: COMO AVALIAR E QUANDO DEVO ME PREOCUPAR?


 Muitas vezes, as pessoas ficam preocupadas quando sentem alterações nas batidas do coração, como ritmos diferentes ou sensações de palpitações. Nesse sentido, é importante saber sobre os parâmetros de batimentos cardíacos normais por idade, já que há casos em que essas situações podem indicar doenças do coração.

Para um melhor entendimento do assunto, elaboramos este post com informações sobre as dúvidas mais comuns sobre os batimentos cardíacos e suas variações em diferentes situações, a fim de orientar quanto aos sinais que podem indicar a necessidade de buscar ajuda médica. Continue lendo para saber mais!

O que é frequência cardíaca e quais os batimentos cardíacos normais por idade?

A frequência cardíaca refere-se à quantidade de batidas do coração por minuto, podendo sofrer variação de acordo com a idade, quando a pessoa faz algum esforço físico ou na presença de doença cardíaca. Nesse sentido, quanto mais o coração precisa se esforçar para bombear o sangue para o corpo, maior será a frequência cardíaca da pessoa.

Em repouso, a frequência cardíaca normal apresenta uma variação entre 60 e 100 batimentos por minuto (bpm). A aceleração dos batimentos (acima de 100 bpm) indica que a pessoa está com taquicardia. Já uma frequência cardíaca baixa, inferior a 60 bpm, é considerada uma condição de bradicardia.

É importante observar que quanto mais eficiente for a batida do coração, menor será a frequência cardíaca — o ideal é que os batimentos cardíacos se mantenham mais baixos, porém em níveis que permitam o sangue chegar ao corpo todo. Por isso, há uma faixa de variação que serve como parâmetro para medir os batimentos cardíacos normais de acordo com a idade:

  • até 2 anos — 120 a 140 bpm;
  • 8 até 17 anos — 80 a 100 bpm;
  • adulto sedentário — 70 a 80 bpm;
  • adultos que praticam atividades físicas e idosos — 50 a 60 bpm.

O que é a frequência cardíaca máxima, como ela é determinada e por quais razões ela diminui com a idade?

A frequência cardíaca máxima é o número máximo de batimentos cardíacos que ocorre no espaço de 1 minuto durante algum esforço. Dessa forma, em uma caminhada rápida, a pessoa encontra-se na condição de desempenho, com um batimento entre 60% e 75% da sua frequência cardíaca máxima (FCM). Para determinar essa frequência, a pessoa precisa ficar atenta ao seu corpo.

Isso ocorre porque durante o esforço para uma caminhada rápida, o corpo precisa de mais oxigênio. Assim, os batimentos aumentam atingindo a frequência cardíaca máxima, quando o oxigênio produzido pelo coração não é suficiente para a oxigenação dos músculos.

Cálculos para determinar a FCM

Calcular a Frequência Cardíaca Máxima (FCM) é fundamental para conhecer as limitações do próprio corpo antes de começar a fazer qualquer exercício físico. O estabelecimento do seu valor varia de acordo com a idade e o tipo de atividade que a pessoa executa diariamente. Ela pode ser verificada por meio do seguinte cálculo matemático: 226 menos a idade (para mulheres) e 220 menos a idade (para homens).

Dessa forma, para uma mulher com 45 anos, calculamos: 226 – 45 = 181 bpm (batimentos por minuto). Mas é importante observar que a FCM não é a frequência cardíaca de segurança, sendo o ideal, trabalhar com 80% desse valor. Nesse sentido, uma mulher com 45 anos deve manter os batimentos cardíacos em 145 bpm.

O que pode ser feito para preservar o máximo a capacidade cardíaca e condicionamento físico?

O condicionamento físico diz respeito à forma como os vasos sanguíneos, coração, músculos e pulmões precisam resistir às tarefas diárias e ocasionais. Também se refere aos desafios físicos inesperados e às situações de mínimo de cansaço e desconforto e ao quanto de reserva de energia é necessária para as atividades que se pretende realizar.

Em geral, a recomendação médica para garantir um coração saudável é movimentar o corpo, pois quando fazemos exercícios regularmente, o órgão trabalha com mais eficiência, sem ter de fazer muito esforço. Além disso, o sangue flui melhor e os vasos e artérias ficam mais flexíveis e saudáveis. Tudo isso é fundamental para prevenir doenças cardiovasculares, como o infarto, derrame e hipertensão.

Para tanto, é importante manter uma frequência de atividades físicas com 1 hora por dia e 7 dias por semana, visando a redução do risco de doença cardíaca. Esse benefício aumenta de acordo com a quantidade de exercícios realizados. As atividades podem ser variadas como:

  • corrida — afasta o risco de doenças cardiovasculares;
  • caminhada ao ar livre — aumenta o fluxo sanguíneo, reduzindo a pressão arterial e evitando o infarto, derrame e problemas de circulação sanguínea;
  • caminhada em esteira — em velocidade entre 4,0 e 6,0 km/h (acima disso pode ser prejudicial à coluna lombar) e com inclinação entre 2 e 12% (sem segurar na barra de apoio) é uma atividade cardiovascular muito eficiente;
  • natação — exercício de baixo impacto nas articulações que melhora o sistema cardiorrespiratório e evita doenças respiratórias.


Em quais situações os batimentos cardíacos ficam altos?

Quando em repouso, a frequência cardíaca considerada normal não deve ultrapassar 100 bpm. Acima desse valor a frequência cardíaca é considerada taquicardia, sendo importante se consultar com um médico. Os batimentos cardíacos podem apresentar valores mais altos em diversas situações, como ao praticar exercícios físicos ou diante de emoções fortes.

O aumento da frequência cardíaca pode ser provocado por doenças cardíacas (arritmias), estresse, ansiedade, alto consumo de cafeína, bebidas alcoólicas, cigarro, doenças reumáticas, hipertireoidismo, processos infecciosos, uso de determinados medicamentos, entre outros.


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Quais são as causas dos batimentos cardíacos baixos?

A frequência cardíaca baixa (menos de 60 bpm), conhecida como bradicardia, pode ocorrer em função da idade ou do uso de certos medicamentos para o coração. Em pessoas jovens, quanto melhor for o seu coração, mais baixa será a sua FC. No entanto, os bloqueios cardíacos ou disfunções do nódulo sinusal são alterações que resultam na redução dos batimentos e podem sinalizar algum problema. Nesse caso, é fundamental buscar auxílio médico.

Como vimos, é importante saber sobre batimentos cardíacos normais por idade para ter um parâmetro sobre possíveis alterações na frequência cardíaca, tanto para níveis mais altos quanto para mais baixos. Em qualquer uma dessas situações é fundamental buscar ajuda médica para uma correta avaliação e tratamento.



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