This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

Mostrando postagens com marcador Drenagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Drenagem. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Posso fazer Drenagem Linfática Após Abdominoplastia?

 

O pós-operatório de qualquer cirurgia plástica é tão importante quanto o procedimento em si. Em muitos casos, existe uma recomendação em comum: drenagem linfática, um tipo de massagem que visa remover o excesso de líquidos e toxinas do organismo. Mas, será que é possível fazer drenagem linfática após abdominoplastia? Afinal, os movimentos realizados durante a drenagem são firmes e a região do abdômen fica sensibilizada após a realização do procedimento que remove o excesso de pele da barriga.


Abdominoplastia: como é a cirurgia?

Antes de qualquer coisa, é preciso entender melhor o que é e como funciona uma abdominoplastia, que é a famosa “plástica do abdômen”, para então podermos analisar se a drenagem linfática pode ou não ser realizada após o procedimento.

Basicamente, a abdominoplastia tem como objetivo não apenas remover o excesso de gordura, mas principalmente remover a pele em excesso na região do abdômen para restaurar a forma e o tônus abdominal e melhorar a silhueta.

O procedimento é especialmente indicado para pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica, que perderam muito peso de forma natural ou mulheres após a gestação, principalmente quando apresentam um quadro de diástase (afastamento dos músculos).

Durante a cirurgia é feito um corte entre a linha dos pelos pubianos e o umbigo ou ao redor do umbigo, por onde é removido o excesso de pele. Os músculos são suturados para que fiquem mais rígidos e o umbigo é recolocado em sua posição original.


Qual é a função da drenagem linfática?

Qual é a função da drenagem linfática?

Agora que você já sabe como funciona uma abdominoplastia, vamos entender melhor o que é e qual a função da drenagem linfática no pós-operatório de uma cirurgia plástica. De modo geral, podemos dizer que a drenagem linfática é um tipo de massagem.

No entanto, a drenagem visa remover o excesso de toxinas e líquidos presentes no organismo através do sistema linfático, o que melhora a circulação e contribui para melhorar o conforto do paciente após a realização de procedimentos cirúrgicos.

Então, posso fazer drenagem linfática após abdominoplastia? Não só pode como deve, sendo essa uma das recomendações mais importantes no pós-operatório dessa cirurgia para reduzir o desconforto pós-operatório, aliviar as dores e reduzir o edema (inchaço).

Além disso, sessões de drenagem linfática no pós-operatório da abdominoplastia ajudam a melhorar a circulação, reduzir a retenção hídrica, diminuir as chances de fibroses, aumentar a hidratação e a nutrição celular e diminuir a tensão na cicatriz.

É claro que você deve ter a liberação do seu médico para realizar as sessões de drenagem linfática. Embora seja uma recomendação comum, cada caso é um caso e o paciente deve ter uma avaliação individualizada sobre os cuidados pós-operatórios.

Dúvidas sobre abdominoplastia? Consulte um especialista

A abdominoplastia, assim como a lipoaspiração, é um procedimento bastante requisitado. Nos casos de pacientes em processo de emagrecimento pode, inclusive, ter cobertura pelo plano de saúde, incluindo a Omint, operadora pela qual o Dr. Wendell Uguetto, médico cirurgião plástico, atende. Para mais informações sobre o procedimento, agende uma consulta de avaliação e tire suas dúvidas sobre a realização e indicação da cirurgia.



sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Cisto pilonidal

  

Definição 



Cisto pilonidal é uma lesão envolta por uma membrana, que tem na parte de dentro pelos, fragmentos de pele, glândulas sebáceas e também glândulas sudoríparas.

Esse conteúdo, que ficou ali, gera um processo de inflamação que acumula pus e pode indicar infecção.

Em geral, o cisto pilonidal ou abscesso pilonidal aparece na parte superior da prega que divide as nádegas, logo acima do ânus, na região sacral e do cóccix, no final da coluna vertebral.

Embora esse seja o local mais comum, o cisto também pode aparecer no couro cabeludo, nas axilas e no umbigo.

Os casos de cisto pilonidal são mais comuns entre jovens, de 15 a 30 anos. Isso porque, normalmente, nessa idade os folículos pilosos são mais amplos e produzem mais sebo.

Os homens respondem por 80% dos diagnósticos. Pessoas que passam muito tempo sentadas, obesos, quem tem a prega das nádegas mais profunda e quem tem excesso de pelos na região do cóccix têm mais chances de ter cisto pilonidal.

O que causa o cisto pilonidal?



A causa do cisto pilonidal pode gerar dúvidas e controvérsias. Inicialmente, acreditava-se que a doença era congênita, ou seja, o paciente já nascia com essa pré-disposição.

Hoje em dia, entende-se que é uma doença adquirida ao longo da vida, considerando a influência dos hormônios sexuais nas glândulas sebáceas e o atrito crônico da pele na região acometida.

O que acontece é que esses hormônios colaboram com a distensão dos folículos e o aumento da produção de queratina. Ao mesmo tempo, a região pode passar por um trauma e esse trauma causa o que chamamos de foliculite, uma inflamação do folículo piloso.

O cisto pilonidal nada mais é, portanto, do que o rompimento desse folículo piloso inflamado que foi aprofundando na pele com o passar do tempo.

Opções de tratamento para o cisto pilonidal



Sobre o melhor tratamento do cisto pilonidal, a situação deve ser avaliada individualmente.

Para casos mais agudos, por exemplo, em que o paciente sente muita dor e mal consegue se sentar, o processo de drenagem da secreção acumulada é o primeiro passo indicado para promover um alívio inicial.

Pode-se dizer que metade dos casos acontecem de forma aguda – decorrente de inflamação – e a outra metade de forma crônica, ou seja, o paciente convive com o cisto e a drenagem constante de pus.

Drenagem



A drenagem do cisto pilonidal com pus, quando não ocorre de forma espontânea, precisa ser induzida com a ajuda de procedimento médico para aliviar a dor da inflamação.

Nos casos espontâneos, há a formação natural do que chamamos de drenagem pilonidal, que é a saída para a secreção.

Para a drenagem induzida, é feita uma pequena incisão da pele, utilizando anestesia local, de forma rápida.

Isso pode ser feito no consultório ou hospital, e a recuperação completa se dá em pouco mais 1 semana.

Em geral, é solicitado que o paciente use medicamentos antibióticos nessa fase. Porém, vale reforçar que essa solução é temporária.

Depois da drenagem induzida, esse paciente passa a ter o cisto pilonidal com a saída crônica de secreção.

Como a drenagem é uma solução importante, porém temporária, significa que essa secreção vai continuar se formando e, muitas vezes, pode ser vista nas roupas íntimas do paciente.

Se isso não for feito, a dor vai continuar. Agora, como é possível curar completamente o cisto pilonidal?

O tratamento definitivo é feito com cirurgia e a remoção da pele e do tecido subcutâneo na região do cisto. Ele é indicado quando há melhora da inflamação/infecção.




A cirurgia de remoção do cisto pilonidal com fechamento primário consiste em abrir a pele, retirar o cisto, raspar a região com tecido exposto a infecção crônica pelo cisto e fazer um fechamento da ferida sem tensão por meio de retalho de avanço da pele e tecido subcutâneo.