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Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

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Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Movimentos peristálticos

 Os movimentos peristálticos são controlados pelo sistema nervoso autônomo e garantem a movimentação do alimento pelos órgãos do sistema digestório.


Os movimentos peristálticos garantem o transporte da massa alimentar pelo sistema digestório
Os movimentos peristálticos garantem o transporte da massa alimentar pelo sistema digestório


"Os movimentos peristálticos ocorrem como consequência da contração dos músculos lisos que constituem os órgãos do tubo digestório. Esses movimentos, chamados normalmente apenas de peristaltismo, são essenciais para o processo digestivo, uma vez que garantem a movimentação dos alimentos ao longo do sistema digestório.

→ Como ocorrem os movimentos peristálticos?

Os movimentos peristálticos são movimentos involuntários rítmicos que ocorrem graças a comandos do nosso sistema nervoso, mais precisamente o sistema nervoso autônomo. Essa porção do sistema nervoso é responsável por comandar as ações internas do nosso corpo, tais como o ritmo cardíaco e a secreção de algumas glândulas, além, é claro, do controle da musculatura lisa.

O sistema nervoso autônomo é dividido em duas partes distintas: o sistema nervoso simpático e o parassimpático. Normalmente, enquanto um estimula a ação de um órgão, o outro causa sua inibição. No caso dos movimentos peristálticos, o parassimpático aumenta o peristaltismo, enquanto o simpático ocasiona a inibição dos movimentos.

→ Os movimentos peristálticos nos órgãos do sistema digestório

Esôfago

Na boca, o alimento é mastigado e misturado à saliva, passando a ser chamado de bolo alimentar. Esse bolo é empurrado pela língua em direção à faringe para que, posteriormente, chegue ao esôfago. Nesse último órgão, os movimentos peristálticos levam o alimento até o estômago. Esse caminho dura, em média, 10 segundos.

O movimento peristáltico no esôfago é um movimento ondulado que, literalmente, empurra o bolo alimentar em direção ao estômago. Esse movimento é tão eficiente que garante o sentido do alimento mesmo que fiquemos de cabeça para baixo.




Observe o movimento peristáltico ocorrendo no esôfago

Estômago

No estômago, movimentos peristálticos também estão presentes e garantem que o bolo alimentar misture-se com o suco gástrico produzido por esse órgão. A mistura formada deixa de ser chamada de bolo alimentar e passa a ser chamada de quimo.

Intestino

No intestino delgado, os movimentos peristálticos garantem, principalmente, a movimentação do quimo, mas também ajudam na homogenização com enzimas digestivas, secreções e a bile, processo em que o quimo transforma-se em quilo. A movimentação da massa alimentar ocorre por dois tipos de movimentos peristálticos, um movimento lento e limitado a pequenas porções do intestino e movimentos longos e rápidos que garantem a movimentação em longos segmentos.

No intestino grosso, mais precisamente no cólon, também ocorrem movimentos peristálticos, entretanto, esses recebem o nome de movimentos de massa. Esses movimentos garantem a preparação para o processo de defecação."









Conceito de peristaltismo

 Dá-se o nome de peristalse ao movimento de contracção que, de forma progressiva, desenvolvem alguns órgãos com o objectivo de permitir a passagem de um elemento. A esse processo dá-se-lhe o nome de peristaltismo.





O peristaltismo, por conseguinte, é a capacidade dos órgãos que formam o aparelho digestivo e as vias urinárias para desenvolver certos movimentos que possibilitem o avanço de, segundo o caso, o bolo alimentar, a bílis ou a urina.

Graças ao peristaltismo, um alimento pode chegar em diversos passos desde a boca até ao ânus; a bílis, passar da vesícula ao duodeno; e a urina, desde os rins até à bexiga. A contracção e o relaxamento são desenvolvidos por fibras musculares de tipo liso.



Ou seja, o peristaltismo, também conhecido como movimento peristáltico, é essencial para que o processo de digestão ocorra adequadamente.

Ele é tão essencial que mesmo uma pessoa estando de ponta-cabeça não atrapalha o movimento, ou seja, o alimento continua sendo enviado para a direção adequada.


Mas além de contribuir para a digestão ao garantir que o alimento siga o caminho em direção ao estômago, o peristaltismo ainda ajuda fazendo com que o bolo alimentar se misture com os sucos digestivos.

Algo importante de se mencionar é que o movimento peristáltico pode ser interrompidos por alguns instantes se houver gordura na refeição, tempo esse que o organismo está removendo essa gordura ou tendo ela diluída pelo suco gástrico.

Cabe destacar que o peristaltismo é um procedimento que o ser humano desenvolve de forma involuntária e automática. Não se costuma reparar no seu desenvolvimento embora seja possível sentir o movimento na zona abdominal em certas ocasiões.

O peristaltismo pode acontecer de duas formas no intestino delgado: por meio de ondas lentas e ondas rápidas. Ondas lentas compreendem somente uma pequena região do intestino, enquanto que as ondas rápidas permitem que o bolo alimentar percorra distancias mais longas no intestino.

Por outro lado, no esôfago, o movimento peristáltico se inicia na parte superior dele, fazendo um percurso pode todo seu comprimento, empurrando a comida até o estômago. Existe ainda o movimento peristáltico secundário ou onda peristáltica secundária, qual consiste na remoção das partículas de comida deixadas no esôfago.

O deslocamento dos conteúdos produz-se através de uma série de ondas circulares que os permitem mobilizar para baixo em intervalos que são regulares. As contrações, por conseguinte, mantêm um certo ritmo e concretizam-se de forma coordenada, forçando os alimentos ou aos outros elementos a avançar.



No caso do peristaltismo intestinal, quando diminui ou se desenvolve com dificuldades, ocorre a prisão de ventre. Isto implica que a evacuação de fezes não é levada a cabo com a frequência normal, provocando incômodo e transtornos. Estes problemas de peristaltismo podem produzir-se pela dieta, pelo stress ou outros motivos.

Se comparado com o movimento peristáltico dos animais, o do ser humano é mais fraco. Ainda, em animais como a vaca, por exemplo, que realiza um processo chamado de regurgitação, ocorre o peristaltismo reverso, onde o alimento é trazido do estômago novamente para a boca.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

HÉRNIA DE HIATO

 



A hérnia de hiato é uma doença em que uma parte do estômago se projeta para dentro do tórax por meio de uma abertura no diafragma, chamada hiato diafragmático. O diafragma é a camada de músculo que separa o tórax do abdômen. Esse músculo é utilizado na respiração.

Causas

Ainda não estão claras as razões que levam uma pessoa a desenvolver hérnia de hiato, mas cientistas acreditam que este problema possa ser resultado de um enfraquecimento da musculatura, que permite que parte do estômago passe através do hiato do diafragma para o tórax. Tudo indica que a pressão sobre o estômago possa contribuir para a formação de hérnia de hiato. O diafragma é um grande músculo em forma de cúpula que separa a caixa torácica do abdômen. Normalmente, o conteúdo do esôfago passa para o estômago por meio de uma abertura no diafragma chamada hiato.

As hérnias de hiato ocorrem quando o tecido muscular em torno desta abertura fica fraco, e a parte superior do estômago protrai-se através do diafragma para dentro da cavidade torácica. Saiba mais: Fatores de risco Hérnia de hiato é mais comum em pessoas acima dos 50 anos de idade e em pessoas com obesidade ou com excesso de peso, mas pode ocorrer em qualquer idade e em indivíduos magros.

Sintomas de Hérnia de hiato

A hérnia de hiato em geral causa uma perda de força da musculatura da passagem do esôfago para o estômago, causando o refluxo, que é o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, e é a causa mais comum de refluxo gastro esofágico.

As hérnias de hiato pequenas geralmente não causam nenhum sinal ou sintoma.

Já as grandes podem causar uma série deles. Veja:

Azia: Costuma piorar quando a pessoa deita ou se curva para frente.

Arrotos: Dificuldade para engolir Fadiga Dor no peito. Na verdade, a hérnia de hiato por si só causa sintomas somente quando muito volumosas, podendo dificultar a passagem do alimento pelo esôfago, ou pela compressão dos pulmões pelo estômago no interior do tórax nas grandes hérnias.

A dor e o desconforto são normalmente causados pelo refluxo de ácido gástrico, ar ou bile. O refluxo ocorre mais facilmente quando a pessoa tem a hérnia de hiato, embora essa não seja a única causa do refluxo.

Buscando ajuda médica

Procure um médico se os sintomas indicarem um possível desenvolvimento de uma hérnia de hiato. Procure também um médico se você tiver uma hérnia de hiato e os sintomas se agravarem ou não desaparecerem com o tratamento, ou, ainda, se surgirem novos sintomas.

Marque uma consulta com um gastroenterologista. No consultório, descreva todos os seus sintomas detalhadamente, se os tiver, e esclareça todas as suas dúvidas sobre eles e sobre as possíveis causas subjacentes. O médico poderá, também, lhe fazer algumas perguntas para conseguir entender o caso com mais exatidão e, assim, fazer o diagnóstico.

Veja exemplos: Quando seus sintomas começaram? Seus sintomas são ocasionais ou frequentes? Qual a intensidade de seus sintomas? Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas? E funcionou?. Diagnóstico de Hérnia de hiato A hérnia de hiato é frequentemente descoberta durante um exame de rotina ou procedimento para determinar a causa da azia ou de dor no peito ou dor abdominal.


Tais testes ou procedimentos incluem: Raio-X do trato digestivo superior Endoscopia para examinar o interior do trato digestivo. Tratamento de Hérnia de hiato Os objetivos do tratamento da hérnia de hiato são o alívio dos sintomas e a prevenção de possíveis complicações.

A redução do refluxo de conteúdo estomacal para o esôfago (refluxo gastroesofágico) aliviará a dor. Podem ser prescritos medicamentos para azia, remédios que neutralizam a acidez estomacal, diminuam a produção de ácido ou aceleram o esvaziamento do estômago. Não há medicamentos capazes de fortalecer ou restabelecer a força normal do esfíncter ou do diafragma.

Em alguns casos, a cirurgia talvez seja necessária. A cirurgia é geralmente reservada para situações em que os sintomas são muito intensos, quando a hérnia é muito grande com risco de comprimir as estruturas do tórax (hérnia maiores que 5cm) e para pessoas que não obtiveram sucesso no tratamento com medicamentos para aliviar a azia e refluxo ácido. Cirurgia de reparação de hérnia hiatal é frequentemente combinada com cirurgia para a doença do refluxo gastroesofágico.

Medicamentos para Hérnia de hiato

Os medicamentos mais usados para o tratamento de hérnia de hiato são os que bloqueiam a secreção ácida do estômago, os que são chamados procinéticos, que aceleram o esvaziamento do estômago e antiácidos que neutralizam a acidez do estômago momentaneamente.

Lembrando que os medicamentos apenas amenizam ou controlam os sintomas, mas a fraqueza da musculatura não melhora com remédios, apenas o tratamento cirúrgico irá restabelecer a anatomia e a força muscular nestes casos.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.