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Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

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Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Sinal de Frank: O Que É e Por Que Pode Ser Indicativo de Doenças?

 Já imaginou ser possível identificar um problema cardiovascular a partir de uma característica observada na orelha? Sim, essa situação é real e tudo isso passa por uma descoberta ainda na década de 1970: o sinal de Frank.

Isso mesmo, essa relação foi descoberta há décadas, mas ainda é muito importante para a medicina moderna. O que acha, então, de entender um pouco mais sobre o que é o sinal de Frank, qual é a sua história e como foi descoberto que o sinal de Frank pode ser indicativo de doenças vasculares?



O que é sinal de Frank?

O sinal de Frank, também conhecido pelo nome técnico de prega lobular diagonal bilateral, é uma linha diagonal que aparece no lóbulo da orelha e que se estende de forma oblíqua desde a borda inferior do conduto auditivo até a borda inferior do lóbulo.

sinal de Frank orelha

Mas na foto acima parece apenas mais uma característica específica na região, como a orelha de couve-flor ou uma cicatriz hipertrófica, certo? Mas tudo mudou quando essa marca passou a ser relacionada como uma possível associação com doenças cardiovasculares.

Isso aconteceu porque alguns estudos passaram a indicar que o sinal de Frank pode ser um marcador de risco para aterosclerose, uma condição caracterizada pelo acúmulo de placas nas artérias, potencialmente levando a complicações graves como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

O que acontece é que, na prática, a presença dessa prega lobular é mais comum em indivíduos com histórico de doenças cardíacas, sugerindo essa correlação entre a característica física e a saúde cardiovascular.

Sendo assim, observar o sinal de Frank deve servir como um alerta para uma avaliação médica mais detalhada, especialmente em pessoas com outros fatores de risco para doenças cardiovasculares. Afinal, é importante reforçar que a presença do sinal por si só não é um diagnóstico de condições cardíacas.

Qual é a história do sinal de Frank?

Entender um pouco mais sobre essa história é importante para observar o papel de algumas características físicas em nossa saúde, certo? Bom, essa jornada começa em 1973, quando Dr. Sanders T. Frank, um professor e pneumologista norte-americano do Garfield Medical Center, identificou essa relação.

As primeiras associações começaram quando o médico observou uma conexão entre essa marca e a presença de doenças cardíacas em pacientes. Ou seja, ele passou a observar um padrão de que quem tinha uma linha diagonal no lóbulo da orelha também poderia ter algum tipo de condição cardiovascular.

Desde sua identificação inicial, o sinal de Frank despertou o interesse da comunidade médica, especialmente entre cardiologistas e pesquisadores focados em aterosclerose. A partir disso, a prega lobular diagonal bilateral passou a ser estudada como um potencial indicador visual para riscos cardiovasculares.

Aos poucos, a relação entre uma coisa e outra foi ficando mais clara: essa linha no lóbulo da orelha começou a ser associada à presença de placas arteriais, condição que pode levar a diferentes eventos cardíacos, como infartos e derrames.

À medida que as pesquisas foram evoluindo, vários estudos acabaram encontrando uma correlação significativa entre a prega lobular diagonal e a aterosclerose, mas a academia ainda não conseguiu identificar exatamente o que está por trás desse cenário.

Mas também é importante destacar que o sinal de Frank não é um indicador isolado de problemas cardíacos. Ele deve ser considerado juntamente com uma série de outros fatores de risco, além das avaliações médicas, servindo como um sinal para uma análise mais aprofundada.

Até hoje a descoberta do Dr. Frank segue bastante relevante dentro da Medicina, com inúmeros estudos relacionados a doenças cardiovasculares mencionando essa relação. No final da história, o sinal de Frank é um reforço de como a observação de características simples pode ter significados mais relevantes.

Como foi descoberto que o sinal de Frank pode ser indicativo de doenças vasculares?

Como falamos mais acima, a relação entre o sinal de Frank e possíveis doenças vasculares foi abordada inicialmente no estudo publicado por Dr. Frank no The New England Journal of Medicine. Mas o que está por trás dos estudos do médico norte-americano?

O estudo de Frank analisou um grupo de pacientes com histórico de problemas cardíacos e identificou uma prevalência consideravelmente alta da prega lobular diagonal entre eles. Esse padrão despertou a curiosidade de pesquisadores e médicos, levando a investigações mais aprofundadas.

O interesse era um só: descobrir se essa característica física poderia ser um marcador simples e não invasivo para doenças vasculares. As pesquisas em seguida começaram a explorar a relação entre o sinal de Frank e a aterosclerose, uma condição que representa o acúmulo de placas nas artérias.

E o problema está justamente aqui: a aterosclerose, uma condição caracterizada pelo acúmulo de placas nas artérias, pode levar a complicações sérias como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs).

Além disso, outros estudos epidemiológicos buscaram correlações entre a prega lobular e a presença de fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, colesterol alto e diabetes. E, embora não seja um indicador definitivo de doença vascular, o sinal de Frank é um sinal de alerta relevante.

Mas quando essa característica se manifesta? Normalmente, o sinal de Frank parece ser mais comum em idades avançadas, o que pode refletir a acumulação de fatores de risco relacionados à idade para doenças cardiovasculares. Mas a presença da prega lobular em indivíduos mais jovens também merece atenção.

Além de sua associação com doenças cardíacas, o sinal de Frank também tem sido estudado em relação a outros problemas de saúde. Por exemplo, há pesquisas explorando sua conexão com o diabetes tipo 2 e a síndrome metabólica, condições que também estão ligadas a riscos vasculares aumentados.

No final das contas, a descoberta do sinal de Frank como um potencial indicador de doenças vasculares destaca a importância da observação clínica na identificação precoce de condições de saúde. Além disso, serve como um lembrete de que até as características mais sutis podem ser significativas!

Apesar de ser uma característica que leva para outras descobertas importantes, existem outras situações além do sinal de Frank. Por fim, sempre lembramos que artigos como este do blog do Doutor Orelhinha, não devem ser usados para fins de diagnóstico ou afins. Se identificou com o que leu aqui? Procure um médico – é sempre a melhor ideia.

Continue em nosso blog para entender mais sobre os casos mais comuns de malformação da orelha externa!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Granuloma Piogênico

 Paciente aparece com essa situação no dedo acreditando se tratar de um procedimento com cirurgia plástica porem no entanto aparenta ser mais relacionado um dermatologista ou infectologista talvez a carta do medico que foi paga sugere uma situação de exérese no entanto podemos também não tirar a possibilidade de se tratar de um caso de hpv ou outro tipo de infecção de pele ,explique-me melhor esse caso de forma medica






1. Descrição da Lesão

As fotos mostram uma lesão elevada no polegar direito (provavelmente a ponta do dedo), com aproximadamente 0,8 cm de diâmetro, conforme descrito no documento. A aparência é de uma pápula (elevação na pele) com superfície verrucosa (áspera, como uma verruga) e queratótica (com acúmulo de queratina, dando um aspecto endurecido e amarelado). Há crosta central amarelada/branca, possivelmente com exsudato (líquido ou pus), bordas avermelhadas e inchaço ao redor. A pele circundante parece inflamada, mas sem sinais óbvios de infecção grave como pus abundante ou febre (não relatados). A lesão parece úmida e pode sangrar facilmente ao toque, o que é comum em casos semelhantes.Isso se alinha com o que é descrito no encaminhamento: uma "pápula verrucosa queratótica" no polegar direito.
2.Análise do Documento de Encaminhamento
O documento é um encaminhamento de um médico (provavelmente um clínico geral ou dermatologista inicial) para o Dr. Mauricio, especialista em cirurgia plástica. Ele indica:
  • Diagnóstico Suspeito (HD): Granuloma Piogênico (código ICD-10: L98.0).
  • Solicitação: Exérese (remoção cirúrgica) da lesão.
  • Motivo: Acompanhamento e conduta na especialidade de cirurgia plástica.
O granuloma piogênico (também chamado de hemangioma capilar lobular) é uma lesão benigna comum, não cancerosa. O encaminhamento para cirurgia plástica faz sentido porque a remoção envolve excisão (corte) e possivelmente reconstrução da pele, especialmente em áreas delicadas como o dedo, onde é importante preservar função e estética. No entanto, você mencionou que pode parecer mais relacionado a um dermatologista (para diagnóstico de pele) ou infectologista (se houver suspeita de infecção). Isso é válido: dermatologistas frequentemente diagnosticam e tratam lesões cutâneas iniciais, enquanto infectologistas lidam com infecções persistentes. A escolha por plástica pode ser porque a lesão requer remoção cirúrgica precisa, e não apenas tratamento tópico.3. O Que é um Granuloma Piogênico?O granuloma piogênico é uma proliferação benigna de vasos sanguíneos na pele ou mucosas. Não é uma infecção "piogênica" (com pus) como o nome sugere, mas sim uma reação vascular excessiva.
  • Causas Comuns: Trauma (como corte, picada ou fricção no dedo), irritação crônica, hormônios (ex.: gravidez), medicamentos ou infecções subjacentes. É mais frequente em mãos, dedos, face e boca.
  • Sintomas e Aparência: Começa como um nódulo pequeno e vermelho, cresce rapidamente (semanas a meses) para 0,5-2 cm. Pode ulcerar (formar ferida aberta), formar crosta e sang

diferenciar uma infecção "piogênica"


O termo "piogênico" (do grego "pyon" = pus) é historicamente um equívoco no nome "granuloma piogênico". Apesar do nome sugerir uma infecção que produz pus (como abscessos ou infecções bacterianas por estafilococos/estreptococos), o granuloma piogênico não é uma infecção verdadeira nem produz pus real na maioria dos casos. Ele é uma reação vascular excessiva (proliferação benigna de pequenos vasos sanguíneos + tecido de granulação), geralmente desencadeada por trauma, irritação crônica, hormônios ou, raramente, infecção secundária.Aqui vai uma comparação clara e prática para diferenciar uma infecção piogênica real (com pus bacteriano) de uma reação vascular excessiva (como o granuloma piogênico):


Dicas práticas para observar na sua lesão (baseado nas fotos anteriores):
  • Se houver pus espesso, amarelado, com mau cheiro saindo ao pressionar levemente → sugere infecção bacteriana real (procure infectologista ou emergência para drenagem + antibiótico).
  • Se for uma bolinha vermelha brilhante, sangra ao menor toque, tem crosta fina amarelada (mas não pus cremoso), cresce rápido e não dói muito → altamente sugestivo de granuloma piogênico (reação vascular).
  • Muitos pacientes confundem porque o granuloma pode ter secreção que "parece pus", mas ao exame microscópico ou cultural, não há bactérias nem neutrófilos abundantes como em infecção.
Quando procurar ajuda urgente?
  • Se aparecer febre, vermelhidão espalhando pelo braço/mão (linfangite), pus abundante ou dor intensa → infecção bacteriana possível (não espere a cirurgia plástica).
  • Caso contrário, siga o encaminhamento para exérese + biópsia (é o gold standard para confirmar e tratar).