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Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

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Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

domingo, 12 de abril de 2026

Quiz infecção em feridas

 A causa mais comum de infecção em feridas cirúrgicas é:





A. Staphylococcus epidermidis B. Staphylococcus aureus C. Pseudomonas D. Streptococcus

Staphylococcus aureus (opção B)

A maioria das ISC (cerca de 70-95%) é causada por microrganismos da flora endógena do próprio paciente, especialmente os presentes na pele.
  • O Staphylococcus aureus (incluindo cepas sensíveis e resistentes, como MRSA em alguns contextos) é consistentemente o patógeno mais isolado em estudos brasileiros e internacionais, particularmente em cirurgias limpas ou com envolvimento de pele e tecidos moles.
  • Fontes confiáveis (como protocolos da ANVISA, CDC e revisões clínicas) destacam o S. aureus como o agente mais frequente, seguido por estafilococos coagulase-negativos (como S. epidermidis), Escherichia coli e outros Gram-negativos dependendo do tipo de cirurgia.


  • Comparação com as outras opções:
    • A. Staphylococcus epidermidis: É comum (especialmente em cirurgias com implantes ou próteses), mas geralmente fica em segundo lugar em relação ao S. aureus.

    • C. Pseudomonas: Mais associada a infecções em queimados, pacientes hospitalizados prolongados ou cirurgias contaminadas (ex.: abdominal), mas não é a mais comum em geral.

    • D. Streptococcus: Pode ocorrer, mas é menos frequente que o S. aureus como causa principal.

    Essa informação é suportada por dados epidemiológicos de vigilância hospitalar no Brasil e guidelines internacionais. A profilaxia antibiótica cirúrgica (ex.: cefalosporinas) é direcionada principalmente contra o S. aureus.




  • quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

    Paralisia de Bell

     

    Paralisia de Bell




    Pontos importantes sobre a recuperação:
    • Tempo de cura: A melhora geralmente começa em 3 semanas, mas pode levar até 9 meses para recuperação total.
    • Tratamento precoce: Iniciar o tratamento com corticoides dentro de 3 dias após o início dos sintomas é crucial para o sucesso.
    • Fisioterapia:
       Essencial para evitar contraturas e estimular os músculos
      .
    • Cuidados com o olho: Como a pálpebra pode não fechar, o uso de colírios lubrificantes e proteção (óculos/tampão) é vital para evitar lesões na córnea.
    • Recorrência: Embora raro, a paralisia pode voltar.


    • O Que é a Paralisia Facial de Bell?

      paralisia facial de Bell é uma paralisia súbita e geralmente temporária de um lado da face, causada por inflamação no nervo facial. Ela pode acontecer após infecções virais, momentos de estresse intenso, mudanças bruscas de temperatura ou até mesmo sem uma causa bem definida.

      Os principais sintomas incluem:

      • Alteração no paladar ou sensibilidade no rosto.
      • Dificuldade para movimentar um lado do rosto;
      • Boca caída;
      • Incômodo para fechar o olho;

      Quanto Tempo Demora Para Melhorar a Paralisia Facial?

      Cada caso é único, mas em muitos pacientes os sintomas começam a melhorar entre 3 a 6 semanas após o início da fisioterapia. Com tratamento adequado, grande parte das pessoas se recupera completamente em até 3 meses.

      Porém, quadros mais graves podem demorar mais tempo, o que reforça a importância de iniciar a reabilitação o quanto antes.

      A Fisioterapia Ajuda na Paralisia Facial?

      Sim, a fisioterapia tem papel essencial na recuperação da paralisia facial. Com exercícios específicos, técnicas de estimulação neuromuscular e manobras terapêuticas, o objetivo é:

      • Acelerar a recuperação do movimento;
      • Reduzir o risco de sequelas;
      • Evitar complicações como contraturas e sincinesias (movimentos involuntários).

      Além disso, o fisioterapeuta orienta o que você pode e o que não deve fazer durante a recuperação.

      Quando Começar a Fisioterapia?

      Quanto antes melhor! Logo nos primeiros dias você já pode iniciar sessões de fisioterapia, principalmente para manter a musculatura ativa e reduzir o tempo de recuperação.

      O tratamento precoce ajuda a evitar a rigidez muscular e contribui para uma recuperação mais completa e rápida.