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Energia das mãos : O despertar da magia Helena Blavatsky

Em 1880, no Sri Lanka, Blavatsky e Olcott realizaram a cerimônia de “tomar Pansil”, os cinco preceitos budistas leigos, também refugiando-se em Buda, Dharma e Sangha.

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Instituto IDG

Transformação social por meio de ações socioeducativas socioculturais Realização de cirurgias plásticas reparadoras em vítimas de violência doméstica.

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segunda-feira, 7 de março de 2022

Doença de Whipple: o que é, sintomas e tratamento

 A doença de Whipple é uma doença infecciosa rara causada pela bactéria Tropheryma whipplei, que na maioria dos casos afeta o intestino delgado e dificulta a absorção de alimentos, provocando sintomas como diarreia, dor abdominal ou perda de peso.

Apesar dos sintomas gastrointestinais serem mais frequentes, é comum também que surjam sintomas mais gerais devido à instalação da bactéria em outros órgãos, podendo ser notada dor nas articulações, alterações do movimento e distúrbios cognitivos, pelo comprometimento cerebral, e dor no peito, falta de ar e palpitações, devido ao comprometimento do coração, por exemplo.

Embora possa colocar a vida em risco à medida que progride, a doença de Whipple pode ser tratada com o uso de antibióticos receitados pelo gastroenterologista ou clínico geral, sendo importante fazer o tratamento de acordo com a orientação médica para garantir a eliminação da bactéria do organismo.

Sintomas da doença de Whipple

Os sintomas mais comuns da doença de Whipple estão relacionados com o fato da bactéria instalar-se no intestino e provocar pequenas lesões que dificultam a absorção de minerais, nutrientes, gordura e água. Os principais sintomas da doença de Whipple são:

  • Diarreia constante;
  • Dor abdominal;
  • Cólicas que podem piorar após as refeições;
  • Presença de gordura nas fezes;
  • Perda de peso.

Geralmente, os sintomas vão se agravando muito lentamente ao longo do tempo, podendo durar durante meses ou anos. À medida que a doença progride, pode afetar outros locais do corpo e causar outros sintomas como dor nas articulações, tosse, febre e linfonodos aumentados. 

A forma mais grave, entretanto, acontece quando surgem sintomas neurológicos, como alterações cognitivas, movimentos oculares, alterações do movimento e do comportamento, convulsões e dificuldades na fala, ou quando surgem sintomas cardíacos, como dor no peito, falta de ar e palpitações, devido à alterações na função cardíaca.

Embora o médico possa suspeitar da doença devido aos sintomas e histórico clínico, o diagnóstico só pode ser confirmado com uma biópsia do intestino, normalmente retirada durante uma colonoscopia ou endoscopia digestiva alta, já que assim é possível verificar o comprometimento

Como é feito o tratamento

O tratamento da doença de Whipple normalmente é iniciado com um antibiótico injetável, como Ceftriaxone ou Penicilina, por 15 dias, sendo necessário, em seguida, a manutenção de antibióticos por via oral, como Sulfametoxazol-Trimetoprima, Cloranfenicol ou Doxiciclina, por exemplo, durante 1 ou 2 anos, para eliminar completamente as bactérias do organismo. 

Embora o tratamento seja bastante demorado, a maioria dos sintomas desaparece entre 1 a 2 semanas após o início do tratamento, no entanto, o uso do antibiótico deve ser mantido por todo o período indicado pelo médico.

Além dos antibióticos, é fundamental a ingestão de probióticos para regular o funcionamento do intestino e melhorar a absorção dos nutrientes. Também pode ser necessário fazer suplementação em vitaminas e minerais, como vitamina D, A, K e vitaminas do complexo B, assim como cálcio, por exemplo, porque a bactéria dificulta a absorção dos alimentos e pode causar casos de subnutrição.

Como prevenir

Para prevenir esta infecção é importante apenas beber água potável e lavar bem os alimentos antes de os preparar, pois a bactéria que causa a doença, normalmente, se encontra no solo e na água contaminada.

No entanto, existem muitas pessoas que possuem a bactéria no organismo, mas nunca desenvolvem a doença. 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Distensão muscular: o que é, sintomas e tratamento

  A distensão muscular acontece quando um músculo é esticado demais, gerando a ruptura de algumas fibras musculares ou de todo o músculo envolvido. Em alguns casos, essa ruptura pode até afetar os tendões próximos do músculo, ocorrendo mais especificamente na junção músculo-tendínea, que é o local da união entre o músculo e o tendão.

As causas da distensão muscular incluem o esforço excessivo para realizar uma contração muscular, durante a corrida, jogo de futebol, vôlei ou basquete, por exemplo, e por isso o estiramento muscular é muito comum em pessoas que estão se preparando para um campeonato ou durante uma competição, embora também possa ocorrer em pessoas comuns que exigem um grande esforço de seus músculos e articulações num dia que decide jogar bola com os amigos, num final de semana, por exemplo.

No entanto, o estiramento também pode acontecer em pessoas mais idosas ou em pessoas que têm que fazer movimentos repetitivos.

Distensão muscular: o que é, sintomas e tratamento

Sintomas da distensão muscular

O principal sintoma é a dor forte localizada perto de uma articulação que surge após uma pancada ou corrida.  Além disso, a pessoa pode sentir dificuldade para caminhar, quando a perna é afetada, ou dificuldade para movimentar o braço quando este é afetado. Assim, os sinais característicos da distensão muscular são:

  • Dor intensa localizada próximo de uma articulação;
  • Fraqueza muscular;
  • Dificuldade de movimentar a região afeta, sendo difícil permanecer na corrida ou no jogo, por exemplo;
  • Pode gerar uma grande marca roxa, característica do extravasamento sanguíneo;
  • A região tende a ficar inchada e pode ficar um pouco mais quente que o normal.

Após a observação destes sintomas, deve-se parar a atividade física e colocar imediatamente uma compressa gelada na região para aliviar a dor. Se esta não ceder e ainda não for possível se movimentar normalmente deve-se ir ao médico para realizar exames de imagem como ressonância magnética ou ultrassom, que ajudam a identificar e classificar a lesão, de acordo com a sua gravidade:

Grau 1 ou LigeiraHá estiramento das fibras mas sem ruptura das fibras musculares ou tendíneas. Há dor, que cede em 1 semana.
Grau 2 ou ModeradaHá uma pequena laceração no músculo ou no tendão. A dor é mais extensa, durando de 1 a 3 semanas
Grau 3 ou GraveO músculo ou tendão sofre uma ruptura total. Há dor intensa, extravasamento sanguíneo, inchaço e calor na região afetada.

No estiramento grave pode-se sentir a ruptura das fibras palpando a região e o alongamento do músculo afetado não provoca dor e com o ligamento rompido, a articulação tende a ficar mais instável.

O que fazer em caso de suspeita

Em caso de suspeita de uma distensão muscular, o que se deve fazer imediatamente é colocar uma bolsa de gelo envolvida numa toalha fina, por aproximadamente 20 minutos, e procurar auxílio médico a seguir porque embora os sinais e sintomas possam confirmar a suspeita a única forma de confirmar a ruptura do músculo ou do tendão é através de exames.

Como é feito o tratamento

O tratamento é feito com repouso da região afetada, uso de medicamentos anti-inflamatórios como Cataflan em forma de pomada e/ou Ibuprofeno em forma de comprimido, que devem ser tomados sob orientação médica, sendo indicado também o uso de compressas frias ou com gelo de 3 a 4 vezes por dia até 48 horas e sessões de fisioterapia.

A fisioterapia deve ser iniciada o quanto antes para garantir o retorno às atividades diárias o mais rápido possível. Saiba mais detalhes sobre como é feito o Tratamento para distensão muscular, seus sinais de melhora e piora.

Veja também como complementar este tratamento no vídeo seguinte:

Como evitar a distensão

Alongar o músculo além do limite corporal pré estabelecido, ou forçar demais uma musculatura, pode facilmente gerar uma distensão e causar o rompimento do músculo. Assim, para prevenir uma distensão muscular deve-se manter o músculo devidamente fortalecido e alongado constantemente, respeitando suas limitações corporais e evitando treinar sozinho, sem orientação profissional. No entanto, até mesmo os atletas de alta competição podem sofrer estiramentos e distensões musculares durante sua prática esportiva, mas em todo caso, o objetivo dos treinos é evitar que isso aconteça.