C. Discoid Lupus Erythematosus (Lúpus Eritematoso Discoide – DLE).
Essa é a lesão clássica mostrada na imagem: uma placa eritematosa bem definida na bochecha (área fotoexposta), com escamas brancas aderentes (difíceis de remover), aspecto espesso e, o mais importante, sinais de cicatriz central + hipopigmentação. A lesão é crônica, de evolução lenta (meses), sem coceira intensa e sem escamas gordurosas. O DLE é a forma cutânea crônica do lúpus, que afeta principalmente face, orelhas e couro cabeludo, piora com sol e pode deixar cicatrizes permanentes e manchas claras se não tratado.
A. Psoríase:
É uma dermatite gordurosa que afeta áreas seborreicas (sulcos nasolabiais, sobrancelhas, borda do couro cabeludo), quase sempre bilateral e com escamas amareladas e oleosas. Não forma uma placa grande e única na bochecha, não deixa cicatriz e costuma coçar. A imagem não tem nada de “gorduroso” nem distribuição seborreica típica.
D. Tinea Faciei (dermatofitose facial):
A. Psoríase:
A psoríase tem escamas prateadas grossas, mas não causa cicatrização nem hipopigmentação. No rosto, a psoríase é rara nessa forma (geralmente poupa o centro da face e costuma vir acompanhada de lesões em cotovelos, joelhos ou couro cabeludo). A lesão da imagem tem cicatriz central e é isolada na bochecha – isso descarta psoríase. Muitos alunos erram aqui porque o aspecto “escamoso” engana, mas o DLE é o “imitador” clássico da psoríase facial.
B. Dermatite Seborreica:
D. Tinea Faciei (dermatofitose facial):
É uma micose que costuma ser anular (em anel com borda ativa e centro mais claro), cresce rápido, coça bastante e não causa cicatriz central nem hipopigmentação crônica. Geralmente responde a antifúngicos e não fica “parada” por meses sem tratamento.
A lesão da imagem é crônica, sem anel evidente e com cicatriz – características que vão contra tinea.





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