A causa mais comum de infecção em feridas cirúrgicas é:

A. Staphylococcus epidermidis B. Staphylococcus aureus C. Pseudomonas D. Streptococcus
Staphylococcus aureus (opção B)
A maioria das ISC (cerca de 70-95%) é causada por microrganismos da flora endógena do próprio paciente, especialmente os presentes na pele.
O Staphylococcus aureus (incluindo cepas sensíveis e resistentes, como MRSA em alguns contextos) é consistentemente o patógeno mais isolado em estudos brasileiros e internacionais, particularmente em cirurgias limpas ou com envolvimento de pele e tecidos moles.Fontes confiáveis (como protocolos da ANVISA, CDC e revisões clínicas) destacam o S. aureus como o agente mais frequente, seguido por estafilococos coagulase-negativos (como S. epidermidis), Escherichia coli e outros Gram-negativos dependendo do tipo de cirurgia.
Comparação com as outras opções:- A. Staphylococcus epidermidis: É comum (especialmente em cirurgias com implantes ou próteses), mas geralmente fica em segundo lugar em relação ao S. aureus.
- C. Pseudomonas: Mais associada a infecções em queimados, pacientes hospitalizados prolongados ou cirurgias contaminadas (ex.: abdominal), mas não é a mais comum em geral.
- D. Streptococcus: Pode ocorrer, mas é menos frequente que o S. aureus como causa principal.
Essa informação é suportada por dados epidemiológicos de vigilância hospitalar no Brasil e guidelines internacionais. A profilaxia antibiótica cirúrgica (ex.: cefalosporinas) é direcionada principalmente contra o S. aureus.